AMOR A DIASO ranger da tua chave Na minha porta de solidão É magnética É mágica. Na minha casa Decadente e ténue Onde a memória é um culto, O som dos teus passos É soro de Baco Que tem perfume estonteante. A leveza da tua voz Acorda-me do sofrimento E os teus olhos lavam O meu coração. Não sei porque permito Que no meu mundo entres Todas as segundas-feiras Mas a verdade é Que não fazes limpeza. Lavas-me a alma E dás-me de beber, A mim, neste deserto Onde sempre esperei por ti.
Autor ©: Peter Lee Dolphein
Publicado em Jornal ”O VALENCIANO” – Em 20 de Dezembro de 2006 |
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