BRAGA
Os Congregados escondem Mistérios clericais Tão doces e suaves Que fazem sonhar.
Numa manhã invernosa Estavam lá os pombos e eu vi. Vi os mendigos Vi os Doutores Vi o Povo. O Povo que constrói Todos os dias com afinco Manhãs de labuta E as obras nascem.
Porque é preciso lutar Porque é preciso resistir Quando a dor aperta Quando o suor não chega. E quando Braga precisa de nós.
Por uma cidade melhor Por uma vida melhor Ama a tua cidade Ama o teu destino Nesta Braga que sempre foi E sempre será Para todos e tudo A nossa BRAGA.
Autor ©: Peter Lee Dolphein, Braga/Portugal, July 3rd 1997
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Last Modified December 21st 2008 |
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