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CALOR

Sinto gotas de pensar

Pelo meu corpo rubro.

A sede aumenta

E é sufocante a tua ausência.

O vermelho em labaredas

Fustiga a floresta sequiosa

Da minha saudade.

A praia onde me refresco

Só aparece

Quando o calor

Dos teus dedos me toca.

O estio é algo insuportável

Se não tiver à mão

O copo de água

Que o teu corpo me dá

Porque estou viciado

Nesse calor doce

Que é o teu Amor.

 

Autor ©: Peter Lee Dolphein

Publicado em Jornal ”TRIBUNA PACENSE” -Em 1 de Setembro de 2006

Publicado também em Jornal ”O VALENCIANO” – Em 17 de Janeiro 2007

Last Modified April 28th 2007 Contact me    Terms of Use & Privacy Go to top