DING DONGDing Dong Um sino que toca A Igreja ruge outra vez Nesta Primavera teimosa. Ding Dong Esse relógio barulhento Da água na minha soleira Lembra-me a meia-noite. Ding Dong Horas marcadas Do trem que chega e de quem parte Num calendário inevitável. Ding Dong Um sim e um não De sonhos construídos E de sonhos esquecidos Por mim, por ti, por nós. Ding Dong Uma manhã submersa Que agora desperta Mais uma vez Com as batidas do nosso relógio imparável. Ding Dong.
Autor ©: Peter Lee Dolphein Publicado em Jornal ”TRIBUNA PACENSE” – Em 27 de Agosto de 2004 |
|||
| Last Modified April 28th 2007 | Contact me | Terms of Use & Privacy | Go to top |