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FEMINISO pulsar luminoso Que a vontade não controla E a razão não compreende Tem um nome. A ansiedade desmesurada E o prazer cobiçado Tomam formas De névoas e quimeras Dolorosamente reais. São setas, são cúpidos São Vénus e Afrodites. São poemas e canções Tratados e ilusões. Tanta coisa complicada Numa forma simplificada. A Natureza deu os nomes E feliz de quem Os encontrar souber. Tão simples afinal é Dizer Amor… Dizer Mulher!
Autor ©: Peter Lee Dolphein
Publicado em Jornal ”TRIBUNA PACENSE” – Em 2 de Setembro de 2005 |
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