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LUZIA DE BENGUELA
Luzia Mulher cor de chocolate Chocolate negro, Por vezes amargo.
Vieste comigo de Luanda Mas no autocarro quase não falas-te. Descobris-te comigo que a fuba de Benguela Tem outro sabor, Quando à noite Nosso funge comemos… Enamorados.
Tu és o meu caju sumarento Que minha sede apaga. Sumarento e doce Como os teus olhos pela manhã. O teu corpo é um Imbondeiro Que reluz ao fim da tarde Para me dar a tranquilidade.
E as promessas que eu te faço Jurando em vão que és a única São desmascaradas por ti, Porque tu sabes… Porque tu és De verdade Uma Mulher de Benguela.
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Autor ©: Peter Lee Dolphein Publicado em Jornal ”TRIBUNA PACENSE” em 22 de Maio 2009 (pagina 12, secção "Tribuna Poética") |
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