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SONHO DE TICheiro de mar salgado Nos teus olhos castanhos Vento que sussurra Em cabelos pretos Por ti descendo… O tojo e a sua cor Estão na tua voz Pela manhã, enquanto me acordas. E queria que soubesses Que quando te vejo Anseio pelo calor Que só os teus lábios têm. E o sono por ti embalado Enquanto dormito no teu regaço Depois do frenesim Que os nossos corpos suados, Enlouquecidos pelo desejo Fazem ao cair da tarde Num ritual a que chamamos Namorar e sonhar, Por nós, Enquanto acordados sonhamos.
Autor ©: Peter Lee Dolphein
Publicado em Jornal "TRIBUNA PACENSE” - Em 30 de Junho de 2006 |
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