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WOLFIENão é invulgar Ver-me por aí Procurando a Saudade. Procurando o que restou de ti, O que restou de nós Porque realmente Tu foste muito intensa.
Não é difícil Ouvir o Lobo uivando Na noite quente Da memória sofrida Mas ímpar e grandiosa.
A febre que me deixas-te É uma licantropia Na qual serei sempre A lua prateada, pois tu és Mansa e selvagem Como uma Loba Que cuida do que é seu.
Haverá noites em que O cheiro do teu perfume Entrará na minha pele Em que a voz do vento Trará o teu cantar uma vez mais Pois a semente que tu deixas-te Marcou como ferro em brasa Este coração, que teu escravo Jamais deixará de ser.
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Autor ©: Peter Lee Dolphein Publicado em Jornal ”O VALENCIANO”” – Em 4 de Jullho de 2007 |
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| Last Modified April 28th 2007 | Contact me | Terms of Use & Privacy | Go to top |